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O cantor Netinho, um dos nomes marcantes do axé music no Brasil, morreu na manhã desta terça-feira (13/10), aos 60 anos. O artista enfrentava um linfoma não Hodgkin do tipo B, diagnosticado nos últimos meses. Segundo comunicado da assessoria, a doença evoluiu para falência renal e disfunção múltipla de órgãos.
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A morte foi anunciada pela equipe do cantor em uma nota publicada no Instagram oficial. Na mensagem, a assessoria destacou a trajetória de Netinho, lembrado pela energia nos palcos, pelo carisma e pela conexão com o público. Durante o tratamento, o artista também compartilhou reflexões sobre a vida e o carinho recebido dos fãs. “Partirei feliz, realizado, pois a vida me deu muito mais do que eu sonhei. Levarei comigo o sorriso de cada fã que foi feliz com a minha arte”, dizia o cantor, conforme a assessoria.
O velório e a cremação serão realizados de forma reservada, conforme desejo expresso pelo próprio artista. A cerimônia será restrita a familiares e amigos próximos. A equipe também pediu respeito à privacidade das pessoas próximas ao cantor e agradeceu as mensagens de carinho e solidariedade recebidas após a notícia da morte.
Netinho ganhou projeção nacional em 1988, quando era vocalista da Banda Beijo e alcançou sucesso com a música “Beijo na Boca”. Ao longo da carreira, o cantor também ficou conhecido por canções como “Estrela Primeira” e “Barracos”, que marcaram sua trajetória na música brasileira.
Em 1996, já em carreira solo, lançou “Mila”, um dos maiores sucessos de sua carreira e uma das músicas associadas ao axé music. Com sua trajetória, Netinho ajudou a popularizar o gênero em diferentes regiões do Brasil e também no exterior.







