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O Ministério Público de São Paulo denunciou a influenciadora Deolane Bezerra e Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, apontado pela Justiça como líder do PCC, pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. A denúncia foi apresentada à Justiça nesta quarta-feira (10/06) no âmbito da Operação Vérnix, que investiga um suposto esquema criminoso ligado à facção.
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A acusação tem como base as investigações conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), vinculado ao Ministério Público de Presidente Prudente, no interior de São Paulo. Entre os integrantes da equipe está o promotor Lincoln Gakiya, que atua há anos em investigações relacionadas ao PCC.
Além de Deolane e Marcola, o Ministério Público denunciou Everton de Souza e outros três familiares do líder da facção: os sobrinhos Leonardo Camacho e Paloma Camacho, além de Alejandro Camacho, conhecido como “Marcolinha”, irmão mais novo de Marcola. Se a Justiça aceitar a denúncia, todos passarão à condição de réus no processo.
Na terça-feira (09), a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou por unanimidade um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Deolane. Os advogados buscavam autorização para que a influenciadora respondesse ao processo em liberdade, mas o recurso foi negado pelos ministros da corte.
Deolane está presa desde 21 de maio, quando a Operação Vérnix foi deflagrada, e permanece na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior paulista. Marcola segue preso há cerca de 30 anos, após condenações por diversos crimes e por ser apontado pela Justiça como o principal líder do Primeiro Comando da Capital.







