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O senador Flávio Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (15/05) que omitiu seu contato com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro por causa de uma cláusula de confidencialidade ligada ao financiamento do filme “Dark Horse”, produção criada para homenagear o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo reportagem divulgada pelo site The Intercept Brasil, Vorcaro teria investido R$ 61 milhões no longa.
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Durante entrevista à GloboNews, Flávio negou que o dinheiro tenha sido usado para custear despesas do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, hipótese investigada pela Polícia Federal. O senador confirmou que o fundo administrado pelo advogado Paulo Calixto, responsável pelas questões migratórias de Eduardo, recebia recursos de Vorcaro, mas afirmou que todo o valor era destinado exclusivamente ao filme. “Esse dinheiro foi para um fundo exclusivo para o filme”, declarou.
Flávio também justificou a escolha de Calixto para administrar o fundo Havengate Development Fund LP. Segundo ele, o advogado foi escolhido por ter experiência de mais de 30 anos atuando nos Estados Unidos e já ser homem de confiança de Eduardo Bolsonaro. Ao comentar a relação com o empresário, Flávio disse que não mentiu sobre o caso, mas apenas evitou revelar detalhes para não quebrar o acordo de confidencialidade firmado no contrato da produção cinematográfica.
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Ele também afirmou que, no início da parceria, em dezembro de 2024, Vorcaro ainda não era alvo conhecido de investigações. Mesmo assim, o senador continuou cobrando recursos para o filme até perto da prisão do ex-banqueiro, ocorrida em novembro de 2025.
O parlamentar voltou a dizer que não é investigado no caso e defendeu que não se misturem assuntos diferentes. Flávio ainda reforçou o pedido de instalação de uma CPI para investigar o Banco Master e criticou adversários políticos do PT ao comentar a repercussão do caso.







