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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) descartou a hipótese de sabotagem em um equipamento da Copasa na Pampulha, em Belo Horizonte. O caso, investigado como furto qualificado, envolveu a retirada de fios de cobre e estruturas de alumínio. O equipamento danificado é usado para eliminar o odor de uma adutora na região.
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Segundo a PCMG, os indícios encontrados até o momento apontam que o objetivo da ação foi furtar os materiais do equipamento, e não provocar uma sabotagem no sistema. A corporação instaurou um inquérito policial para apurar o crime e informou que outras informações serão divulgadas conforme o avanço das investigações.
A suspeita de sabotagem havia sido apresentada pela Copasa ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) nesta semana. A empresa relacionou a possibilidade aos quatro rompimentos de adutoras registrados na Grande Belo Horizonte entre 19 de agosto e 8 de setembro, além dos danos identificados no sistema antiodor instalado na Lagoa da Pampulha.
- Entenda: Polícia Civil investiga sabotagem em adutoras da Copasa após quatro rompimentos na Grande BH
A partir da denúncia, a Polícia Civil também passou a investigar a possibilidade de ações criminosas relacionadas aos episódios. No entanto, em relação ao furto de cabos e estruturas do equipamento da Copasa na Pampulha, a corporação afirma que não há indicativos de sabotagem e trata o caso como furto qualificado.







