Belo Horizonte, 25 de abril de 2026

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O Brasil será o cabeça de chave do Grupo C da Copa de 2026 sob o comando de Carlo Ancelotti.

Seleção Canarinho enfrentará Marrocos, Haiti e Escócia na primeira fase com possibilidade de semifinal contra a Argentina.
O Brasil será o cabeça de chave do Grupo C da Copa de 2026 sob o comando de Carlo Ancelotti.
Reprodução: A Gazeta

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A Seleção Brasileira foi definida como cabeça de chave do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, após o sorteio realizado nesta sexta-feira (5) no Kennedy Center, em Washington (EUA). O Brasil terá como adversários na primeira fase as seleções de Marrocos, Haiti e Escócia, formando um grupo considerado equilibrado, mas com favoritismo para o time comandado por Carlo Ancelotti.

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A estreia brasileira está marcada para 13 de junho, diante de Marrocos. Na segunda partida, em 19 de junho, o rival será o Haiti, e o encerramento da fase de grupos será no dia 24, frente à Escócia. A competição ocorrerá de 11 de junho a 19 de julho, distribuída entre Estados Unidos, México e Canadá. A Fifa divulgará os horários e locais exatos de cada confronto no sábado (6).

O que já se sabe é que o Brasil fará seus três primeiros jogos na costa leste norte-americana. As partidas serão divididas entre estádios nos arredores de Boston ou Nova York, depois em Foxborough ou Filadélfia, e por fim em Atlanta ou Miami Gardens, todas arenas de grande porte e tradição esportiva.

A edição de 2026 também marcará a maior Copa do Mundo já organizada, passando de 32 para 48 seleções, divididas em 12 grupos. Classificam-se para a fase eliminatória os dois primeiros de cada chave, além dos oito melhores terceiros colocados, o que fará com que apenas 16 equipes sejam eliminadas logo no início.

Caso avance como líder do Grupo C, o Brasil enfrentará o segundo colocado do Grupo F, composto por Holanda, Japão, Tunísia e uma seleção vinda da repescagem europeia. Em um cenário em que todos os cabeças de chave confirmem o favoritismo, o caminho brasileiro poderia incluir um duelo contra a Argentina na semifinal, deixando possíveis confrontos com Espanha ou França apenas para a final. Em busca do hexa, o time brasileiro encara o Mundial sob o comando do italiano Carlo Ancelotti, que tenta encerrar um jejum que dura desde 2002 e já conta com peças confirmadas como Vinicius Junior e Estêvão.