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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) pediu para que o goleiro Bruno Fernandes volte ao regime fechado. Segundo o órgão, ele é considerado foragido por descumprir as condições da liberdade condicional. Além disso, a Justiça do Rio determinou a apuração das irregularidades relacionadas ao período em que ele já estava no regime semiaberto com prisão domiciliar, antes da concessão do benefício.
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De acordo com as regras impostas pela Justiça, o goleiro deveria manter o endereço atualizado, cumprir recolhimento domiciliar entre 22h e 6h e permanecer em casa aos domingos e feriados. No entanto, também estava proibido de sair da área delimitada sem autorização judicial, o que reforça o controle sobre sua circulação durante o cumprimento da pena.
Ainda conforme o MPRJ, essas exigências foram desrespeitadas de forma recorrente ao longo de pelo menos três anos. Por isso, a Promotoria aponta que o jogador deixou de informar mudanças de endereço e passou a frequentar locais em horários proibidos, o que configura violação direta das condições estabelecidas.
Um dos episódios citados ocorreu no dia 4 de fevereiro, quando o goleiro esteve no Estádio do Maracanã às 19h, horário em que deveria estar recolhido. A presença foi divulgada pelo próprio jogador nas redes sociais, o que, segundo o Ministério Público, reforça o descumprimento das medidas judiciais.







