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A Fifa concluiu que não houve qualquer irregularidade no gesto feito pelo árbitro australiano Shaun Evans antes da partida entre Alemanha e Curaçao, disputada no domingo (14/06), pelo Grupo E da Copa do Mundo. A investigação foi aberta após uma repercussão nas redes sociais, onde internautas associaram o movimento a uma suposta mensagem ligada ao supremacismo branco. Após analisar as imagens e as circunstâncias do caso, a entidade decidiu não aplicar nenhuma punição ao árbitro.
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A polêmica surgiu momentos antes do início da partida, durante a apresentação da equipe responsável pelo VAR. Na ocasião, Shaun Evans apareceu com a mão voltada para baixo, unindo as pontas do polegar e do dedo indicador da mão direita. Em seguida, abaixou os demais dedos, formando um gesto que foi comparado por algumas pessoas ao sinal de “ok” invertido.
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Nas redes sociais, o movimento passou a ser associado à expressão “white power” (“poder branco”), utilizada por grupos supremacistas brancos para representar ideologias de superioridade racial. Diante da repercussão, a Fifa abriu uma apuração para verificar se havia alguma infração disciplinar relacionada ao episódio.
Após concluir a análise, a entidade informou que não encontrou qualquer violação ao Código Disciplinar da Fifa. Com isso, o caso foi encerrado sem sanções ao árbitro australiano.
Depois da decisão, Shaun Evans negou que o gesto tivesse qualquer intenção ideológica. “A única explicação que posso oferecer é que o movimento foi um espasmo involuntário e subconsciente, e eu não tinha consciência de tê-lo feito na ocasião. Imagens capturadas mais tarde durante a partida mostraram que repeti esse movimento muitas vezes enquanto segurava uma caneta entre os dedos”, declarou Shaun Evans.







