Belo Horizonte, 25 de abril de 2026

A voz de Minas no portal que mais cresce!

Cantor D4vd armazenava pornografia infantil na nuvem e mantinha grande volume de arquivos

Artista acusado de matar adolescente tinha quantidade significativa de material no iCloud, revelada durante audiência do caso
Cantor D4vd armazenava pornografia infantil na nuvem e mantinha grande volume de arquivos
Cantor D4vd armazenava pornografia infantil na nuvem e mantinha grande volume de arquivos — Foto: Procuradoria do Condado de Los Angeles/ Divulgação via Reuters

Ouça este conteúdo

0:00

O cantor D4vd, acusado de homicídio da adolescente Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos, também teria armazenado pornografia infantil em sua conta do iCloud. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (23/04), durante audiência do caso. Segundo a acusação, o material encontrado amplia a gravidade das investigações, que já apuram a morte da jovem nos Estados Unidos.

✅ Fique por dentro! Receba as notícias do G5 Minas em primeira mão no WhatsApp. 📲

De acordo com a emissora norte-americana NBC, a promotora Beth Silverman afirmou que o artista, cujo nome real é David Anthony Burke, possuía cerca de 8 terabytes de arquivos salvos na nuvem. No entanto, até agora, os investigadores conseguiram acessar 1 terabyte desse conteúdo e, dentro desse volume, parte foi identificada como pornografia infantil. Além disso, a defesa do cantor também terá acesso ao material reunido pelas autoridades.

O relatório de autópsia de Celeste foi divulgado nesta quarta-feira (22/04) e revela que a adolescente morreu por ferimentos penetrantes na parte superior do corpo. O exame detalha que a adolescente sofreu duas perfurações no tronco, com características compatíveis com objeto cortante.

Uma das lesões atingiu o fígado, na região superior do abdômen. Já a outra, localizada no lado esquerdo do tórax, causou danos às costelas. Além disso, a roupa que a jovem vestia apresentava cortes em três pontos diferentes, o que reforça a análise pericial.

Inicialmente, o relatório havia sido mantido em sigilo a pedido das autoridades policiais. Porém, posteriormente, os promotores concordaram com a divulgação do documento, permitindo que novos detalhes sobre o caso viessem a público.