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O canal “Exército do Lula”, criado no WhatsApp para divulgar conteúdos de apoio à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), voltou ao ar na noite de quarta-feira (14/10), após passar por uma sequência de suspensões judiciais em poucos dias. A retomada foi determinada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, que ordenou o restabelecimento completo das funcionalidades da página.
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Com cerca de 4,3 milhões de inscritos, o canal é administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) e reúne publicações, áudios e transmissões ao vivo ligados à campanha de Lula. Na nova decisão, Nunes Marques dispensou o prazo de 48 horas estabelecido anteriormente e ordenou que o WhatsApp liberasse todas as funcionalidades, incluindo a publicação de mensagens e a entrada de novos seguidores.
A suspensão mais recente havia sido determinada na terça-feira (13), sob o argumento de que o endereço oficial do canal não tinha sido formalmente informado à Justiça Eleitoral. A medida ocorreu após uma sequência de decisões judiciais sobre o funcionamento da página, que já havia sido alvo de uma ordem de suspensão no sábado (11).
Na ocasião, Nunes Marques determinou que o canal fosse retirado do ar por problemas relacionados ao registro das informações exigidas pela Justiça Eleitoral. Horas depois, o corregedor do TSE, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubou a medida e autorizou a retomada das atividades. No entanto, o presidente da Corte voltou a suspender a página na terça-feira, antes de determinar sua reativação no dia seguinte.
Com a nova ordem, o canal “Exército do Lula” voltou a operar sem restrições, permitindo novamente a divulgação de mensagens, enquetes e conteúdos de áudio destinados aos apoiadores do presidente. O caso envolve as exigências de registro e transparência aplicadas à divulgação de conteúdo político em plataformas de mensagens durante as eleições de 2026.







