Belo Horizonte, 22 de julho de 2026

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Namorado confessa feminicídio de mulher encontrada morta em apartamento de Belo Horizonte

Suspeito foi preso após depoimento no DHPP e teria afirmado que matou a vítima por estrangulamento; câmeras registraram saída dele do imóvel com malas horas antes da descoberta do corpo
Namorado confessa feminicídio de mulher encontrada morta em apartamento em BH
Namorado confessa feminicídio de mulher encontrada morta em apartamento em BH - Fotos: Circuito interno de segurança/ Arquivo pessoal

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O namorado de Stifanie Ribeiro Firmino Silva, de 35 anos, encontrada morta em um apartamento no bairro Camargos, na região Oeste de Belo Horizonte, confessou o crime durante depoimento à Polícia Civil nesta terça-feira (21/07). O homem, de 24 anos, foi preso após se apresentar no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A motivação do feminicídio ainda não foi esclarecida e o caso segue sendo investigado pelo núcleo especializado do DHPP.

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Segundo a investigação, o suspeito prestou depoimento por mais de três horas e teria admitido o assassinato. O homem era procurado desde a tarde de segunda-feira (20), quando vizinhos encontraram o corpo de Stifanie dentro do imóvel. A vítima e o suspeito estavam juntos há poucos meses e se conheceram por meio de um aplicativo de relacionamento.

O homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do condomínio deixando o apartamento poucas horas antes de Stifanie ser encontrada morta. Nas imagens, ele aparece saindo do local carregando duas malas. O suspeito foi encaminhado ao Ceresp Gameleira, na região Oeste da capital, no fim da tarde desta terça-feira.

De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), o corpo da vítima estava no apartamento havia cerca de quatro dias. Devido ao avançado estado de decomposição, a perícia da Polícia Civil não conseguiu identificar inicialmente a causa da morte nem confirmar se havia sinais de violência, mas durante o depoimento, o suspeito teria dito que a matou por estrangulamento.

Os militares foram acionados após moradores perceberem o desaparecimento de Stifanie e sentirem um forte odor vindo do imóvel. Conforme a PMMG, a vítima era conhecida no condomínio por conversar com os vizinhos e enviar mensagens de áudio com frequência. O silêncio nos dias anteriores à descoberta da morte chamou a atenção dos moradores.