Ouça este conteúdo
A cantora e atriz Dolly Parton morreu nesta terça-feira (25/08), aos 80 anos, após enfrentar um câncer por um curto período. A morte da lenda da música country foi confirmada pela família nas redes sociais e também pela equipe da artista à revista americana People. Dolly passou os últimos momentos no Centro de Câncer Vanderbilt-Ingram, nos Estados Unidos, acompanhada por familiares e pessoas próximas.
Fique por dentro! Receba as notícias do G5 Minas em primeira mão no WhatsApp.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Bryan Seaver, sobrinho e chefe da segurança da cantora, afirmou que ela havia pedido que o anúncio fosse feito dessa forma anos atrás. “Esse anúncio em vídeo é algo que Dolly me pediu há anos, antes que eu tivesse absorvido totalmente como uma realidade no futuro”, disse. Em seguida, ele afirmou: “A tristeza fica conosco, não com a Dolly. Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus, com certeza, ao lado de Carl [Thomas Dean, seu marido, que morreu em 2025], seus pais e incontáveis outros que a assistiram e que queriam encontrá-la nos céus.”
Com mais de seis décadas de carreira, Dolly Parton se tornou um dos maiores nomes da música americana. A artista escreveu cerca de 3 mil músicas e transitou pela música country, pop, bluegrass e disco. Entre seus maiores sucessos estão “Jolene”, “9 to 5” e “Coat of Many Colors”. Ela também escreveu “I Will Always Love You”, canção que ganhou uma versão de enorme sucesso na voz de Whitney Houston para o filme “O Guarda-Costas”.
Além da música, Dolly Parton também construiu uma carreira no cinema e se aproximou de novas gerações ao longo dos anos. Ela era madrinha da cantora Miley Cyrus e fez participações em episódios de “Hannah Montana”, interpretando sua madrinha na série. Dolly também trabalhou com artistas como Beyoncé e Sabrina Carpenter e teve suas músicas regravadas por grandes nomes da música.
Ao longo da trajetória, Dolly acumulou 55 indicações ao Grammy e 10 vitórias. Suas composições abordaram temas como pobreza, gravidez na adolescência e machismo no mercado de trabalho. “Dolly também abriu as portas para gerações de cantores, compositores, músicos e sonhadores de todos os campos da vida e de todos os continentes. Com seu exemplo, nós acreditamos que tudo era possível. Ela nunca viu uma porta que não pudesse abrir, e as portas que ela abriu fizeram e mudaram a história.”







