Belo Horizonte, 19 de junho de 2026

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Terceiro suspeito de atentado contra vereador de Mossoró é preso e liberado horas depois

Investigação sobre ataque que matou assessor de Cabo Deyvison segue em andamento enquanto polícia busca arma usada no crime
Vereador Cabo Deyvison baleado durante transmissão ao vivo
Vereador Cabo Deyvison baleado durante transmissão ao vivo - Foto: Reprodução/ Redes Sociais

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O terceiro suspeito de envolvimento no atentado contra o vereador Cabo Deyvison (PL), em Mossoró, no Rio Grande do Norte, foi preso nesta quarta-feira (17/06), mas acabou liberado horas depois por falta de provas. O parlamentar foi baleado durante uma transmissão ao vivo na noite de segunda-feira (15), enquanto estava em frente a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). No ataque, o assessor Alyson Dyego de Oliveira Morais, de 37 anos, foi atingido e morreu no local.

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Segundo a Polícia Civil, três suspeitos já foram detidos desde o atentado. Dois deles foram presos na terça-feira (16), enquanto viajavam em um táxi no município de Beberibe, no Ceará. Já o terceiro foi localizado em Mossoró e apontado inicialmente como possível motorista do carro usado pelos criminosos. No entanto, ele foi liberado após os investigadores concluírem que não havia elementos suficientes para comprovar sua participação no crime.

As investigações indicam que o principal alvo dos disparos era o vereador Cabo Deyvison, que segue internado em estado estável. A polícia apura se o atentado tem relação com denúncias feitas pelo parlamentar sobre a atuação de facções criminosas na cidade. Até o momento, nenhuma hipótese foi descartada.

Durante as apurações, policiais apreenderam duas armas de fogo e um colete à prova de balas em uma residência de Mossoró. De acordo com a Polícia Militar, o imóvel foi indicado pelos dois suspeitos presos no Ceará. O material passará por perícia para verificar se foi utilizado no ataque. Um fuzil que pode ter sido empregado pelos autores dos disparos ainda não foi localizado.

Outro ponto investigado é uma movimentação bancária de R$ 10 mil encontrada em um dos celulares apreendidos. Conforme informou o comandante da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, coronel Alarico Azevedo, os suspeitos tentaram destruir os aparelhos antes da prisão, mas uma notificação bancária permaneceu visível na tela. A Polícia Civil busca identificar se o valor foi enviado ou recebido e se a transação tem ligação com o atentado. O caso segue sob investigação para esclarecer a motivação do crime e identificar todos os envolvidos.