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O senador Flávio Bolsonaro confirmou nesta sexta-feira (05/12) que será o candidato do PL à Presidência em 2026, após ter sido escolhido pelo pai, Jair Bolsonaro, que está condenado pelo STF e pelo TSE e impedido de concorrer. A confirmação foi publicada nas redes sociais, onde Flávio destacou que recebeu a “missão” de liderar o projeto político do bolsonarismo, reforçando o papel do ex-presidente mesmo fora da disputa.
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Ao anunciar sua pré-candidatura, Flávio afirmou que assume a tarefa com “grande responsabilidade” e voltou a defender o legado político do pai. Além disso, escreveu que, na visão dele, a democracia estaria “sucumbindo” e que “ninguém aguenta mais”, usando essas expressões para justificar a decisão de disputar o comando do País em 2026. No mesmo texto, reforçou sua motivação religiosa ao afirmar: “Eu me coloco diante de Deus e diante do Brasil para cumprir essa missão”.

A liberação para que Flávio Bolsonaro encontre o pai após o anúncio também foi confirmada nesta sexta-feira pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, permitindo que os dois se reúnam no dia 9 de dezembro. Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses na Superintendência da Polícia Federal em Brasília e, mesmo antes disso, já estava inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral.
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Enquanto articulava sua candidatura, Flávio buscou lideranças do PL e manteve conversas políticas, inclusive porque o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também demonstrava interesse em disputar a Presidência. Ainda assim, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou que a escolha recaiu sobre o senador e declarou apoio: “Flávio me disse que o nosso capitão ratificou sua candidatura. Bolsonaro falou, está falado. Estamos juntos”.







