Belo Horizonte, 7 de março de 2026

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Grupo com bebê e drogas causa confusão em motel e termina preso pela PM

Jovem foi mantida em cárcere privado, criança esteve exposta ao uso de drogas e suspeitos tentaram fugir após danificar o local
Grupo leva bebê e drogas para motel
Grupo leva bebê e drogas para motel

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Dois homens e três mulheres foram presas nesta quinta-feira (19/06) após levarem uma criança de dois anos e drogas para um motel em Coronel Fabriciano, Região do Vale do Rio Doce, em Minas Gerais. O grupo foi flagrado pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) após uma funcionária do estabelecimento ouvir gritos e o choro insistente do bebê vindo de um dos quartos. Dentro da suíte, uma jovem de 21 anos era mantida em cárcere privado por um dos suspeitos, de 31 anos, que também foi preso por estupro e dano.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, os cinco passaram a noite anterior consumindo bebidas alcoólicas na casa da vítima. Na madrugada, resolveram continuar a “farra” em um motel da cidade. Segundo a jovem, o consumo de bebidas e maconha continuou no local, onde o bebê, filho de uma das mulheres do grupo, esteve o tempo todo presente. O suspeito que mantinha a vítima presa havia prometido pagar pelos custos da estadia, mas se recusou a fazer o pagamento após consumir os serviços e produtos oferecidos pelo motel.

Durante a confusão, quatro dos envolvidos foram encontrados do lado de fora da suíte, enquanto a jovem de 21 anos pedia socorro trancada no quarto com o agressor. Ela contou à PM que tentou sair, mas foi impedida e ameaçada, além de ter sua roupa puxada à força. O homem chegou a arrebentar o fio do telefone e danificou o portão eletrônico para evitar que a vítima entrasse em contato com funcionários ou com a polícia.

Os cinco suspeitos foram presos por tráfico de drogas, uso compartilhado de substância entorpecente, cárcere privado e por expor a vida de terceiros a perigo direto e iminente. Todos também se negaram a pagar a dívida com o motel. Os celulares foram apreendidos para investigação. A criança foi entregue ao Conselho Tutelar, que recomendou a guarda provisória por um familiar da mãe. O caso será investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).