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A Secretaria de Polícia do Senado Federal (SPOL) informou nesta sexta-feira (29/05) que abriu uma apuração para verificar informações sobre um suposto plano de atentado contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo o órgão, um boletim de ocorrência foi registrado assim que os relatos chegaram ao conhecimento da Polícia do Senado, que agora busca confirmar a procedência e o alcance das informações.
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As informações vieram à tona após declarações do cantor MC Misa durante entrevista ao canal Frank Clips, no TikTok e no YouTube, citando a influenciadora Deolane Bezerra em uma suposta articulação contra o senador. Em suas falas, o funkeiro afirmou que o plano envolveria pessoas ligadas ao PCC, incluindo Marcola, apontado como líder da facção, além de figuras associadas à esquerda política. MC Misa já teria acusado anteriormente a influenciadora de ter participado da morte do ex-companheiro, MC Kevin. “Inclusive, o atentado agora que o filho do Bolsonaro vai sofrer, que foi articulado com Marcelinho e com a Deolane, Deolane articulou um atentado agora pro filho do Bolsonaro. Então são situações que a gente, o mundo do funk, sabe tudo. A gente sabe o que tá acontecendo”, diz o funkeiro.
Após a divulgação das denúncias, Flávio Bolsonaro se manifestou nas redes sociais. Em publicação na plataforma X, o senador compartilhou uma reportagem sobre o caso e escreveu: “A mesma Deolane que gravou vídeo com lula e é acusada de lavar dinheiro pro chefe do PCC, estaria por trás deste plano para fazerem um atentado contra mim”. Em seguida, afirmou que sua atuação política o coloca em risco diante do combate ao crime organizado. “Estou colocando a minha própria vida em risco para libertar milhões de brasileiros que vivem em áreas dominadas por esses narco-terroristas de CV e PCC”, declarou.
Apesar da repercussão, a nota divulgada pela Secretaria de Polícia do Senado não cita Deolane Bezerra nominalmente nem informa quem são os possíveis envolvidos na apuração. O comunicado apenas confirma que foram adotadas medidas para verificar a veracidade das informações relacionadas ao suposto atentado contra Flávio Bolsonaro.
A influenciadora está presa preventivamente desde 21 de maio e é acusada de integrar esquemas de lavagem de dinheiro ligados ao PCC. De acordo com as investigações, ela também teria relação com familiares de Marcola, apontado como líder da facção criminosa.







