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O pai da bebê Helena, Erisvaldo Almeida, usou as redes sociais para acusar a ex-companheira, Ysabelle Rodrigues, de mentir sobre o que aconteceu na noite da morte da filha, em Fortaleza. A bebê de 10 meses morreu na segunda-feira (13/07), e o caso é investigado pela Polícia Civil do Ceará como suspeita de homicídio por asfixia e abuso sexual. Em uma série de publicações feitas na noite desta quarta-feira (15), Erisvaldo afirmou que a versão apresentada pela mãe da criança não é verdadeira e também responsabilizou o irmão dela pelo crime.
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Nas mensagens, Erisvaldo criticou a condução do caso e pediu justiça pela filha. “Ela está mentindo, gente. Eles todos estão mentindo. É para estar presa ela e o seu irmão. Minha filha não volta, mas eu só quero justiça”, escreveu. Em outra publicação, o pai afirmou que está impedido de ver o outro filho que tem com Ysabelle. “Eles não querem que eu veja meu filho. Será que eu não tenho direito? Até quando? Já não basta a dor da perda da minha filha e agora não posso ver meu filho”, desabafou. Ele também prestou uma homenagem à bebê e lamentou a perda.
Segundo as investigações, Helena morreu após uma confraternização em um apartamento no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. No local estavam a mãe da criança, Ysabelle Rodrigues, o namorado dela, Francisco Ray Rodrigues Magalhães, de 22 anos, e Roberto Levy Oliveira Magalhães, apontado como primo de Francisco. Ysabelle afirmou que não consumiu bebida alcoólica durante a festa, mas disse que apagou após colocar a menina na cama. Em entrevista, ela relatou que, ao acordar, percebeu que a filha estava em uma posição diferente da habitual e afirmou ter visto Roberto sobre a cabeça da bebê. “Ele estava em cima da cabeça da minha filha. Eu empurrei ele e saí correndo desesperada”, disse. Em seguida, ela tentou socorrer a criança, acreditando que ela havia se engasgado, e a levou para um hospital, onde a morte foi confirmada. Durante o atendimento, os profissionais de saúde identificaram sinais de violência no corpo da bebê.
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O caso passou a ser investigado pela Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca). De forma preliminar, a perícia apontou indícios de homicídio por asfixia e abuso sexual, mas a confirmação depende dos laudos da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce). A Justiça decretou a prisão preventiva de Francisco e de Roberto para evitar fuga e interferência na coleta de provas.







