Ouça este conteúdo
A ex-esposa do goleiro Bruno, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, de 39 anos, foi encontrada na noite desse sábado (04/07), após ficar dois dias desaparecida. Ela está internada em um hospital de Belo Horizonte depois de ser socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O desaparecimento aconteceu na última quinta-feira (02), em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de BH, depois de Dayanne deixar cartas de despedida.
Fique por dentro! Receba as notícias do G5 Minas em primeira mão no WhatsApp.
De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), Dayanne foi encaminhada para uma unidade hospitalar da capital para receber atendimento médico. A corporação informou que investiga as circunstâncias do caso, mas não divulgou detalhes sobre o que aconteceu nem o estado de saúde da paciente. A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) também informou que, por causa da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), não pode fornecer informações sobre pacientes.
O desaparecimento foi registrado pelo atual marido de Dayanne na madrugada de sexta-feira (03). Segundo a Polícia Civil, o caso era tratado inicialmente como um desaparecimento voluntário, já que as primeiras apurações não apontavam indícios da prática de crime. Antes de sumir, ela deixou uma carta escrita à mão destinada às autoridades, na qual afirmou estar sendo ameaçada por agiotas e pediu proteção para os filhos, familiares e o companheiro. Na mensagem, escreveu: “Estou sofrendo ameaças de agiotas, está tudo no meu telefone”. Em outro trecho, afirmou: “Por essas ameaças hoje eu estou perdendo a minha vida, mas peço que zelem pela vida dos que estão ficando aqui”.
Dayanne foi casada com o goleiro Bruno Fernandes durante o período do desaparecimento de Eliza Samudio, em 2010. Na época, ela respondeu a uma acusação de sequestro e cárcere privado do filho de Bruno com Eliza, mas foi absolvida em julgamento realizado em 2013. Os dois tiveram duas filhas, que permaneceram sob os cuidados de Dayanne após a separação, em 2011. Eliza Samudio desapareceu em junho de 2010 e nunca mais foi encontrada. Posteriormente, ela foi considerada morta após investigados confessarem participação no crime.







