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Lionel Messi está sendo alvo de um processo judicial em Miami após ser acusado de quebra de contrato em amistosos da Seleção Argentina, segundo documentos apresentados no fim de março. A ação foi movida pela promotora de eventos VID Music Group, que afirma que o jogador não cumpriu o acordo firmado para uma partida contra a Venezuela, realizada em outubro do ano passado.
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De acordo com a empresa, o contrato dava à promotora os direitos exclusivos para organizar os amistosos da Argentina contra Venezuela e Porto Rico, mediante pagamento milionário à Associação do Futebol Argentino (AFA). Além disso, o acordo previa que Messi deveria atuar por pelo menos 30 minutos em cada jogo, salvo em caso de lesão, já que sua presença era considerada o principal atrativo comercial dos eventos.
No entanto, Messi não entrou em campo na partida contra a Venezuela, apenas acompanhando o jogo de um camarote no Hard Rock Stadium. Ainda assim, ele jogou no dia seguinte pelo Inter Miami, marcando dois gols, o que reforçou a acusação da promotora sobre a ausência no amistoso. A empresa também acusa o jogador, a AFA e um executivo esportivo de fraude e de terem induzido a assinatura do contrato sob informações consideradas enganosas.
Já no segundo amistoso, contra Porto Rico, Messi participou normalmente e chegou a dar duas assistências em uma vitória da Argentina. A partida, inclusive, também foi organizada pela VID e acabou sendo transferida para o estádio do Inter Miami, na Flórida, após mudanças na programação inicial.
Agora, o caso segue na Justiça dos Estados Unidos, com acusações que envolvem fraude, quebra de contrato e negligência na comunicação de informações, e também cita possíveis perdas financeiras milionárias alegadas pela promotora dos eventos.







