Belo Horizonte, 7 de março de 2026

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Cerveja está mais cara em Belo Horizonte

Pesquisa mostra alta de até 13,71% nos preços e variações que ultrapassam 100% entre bares da Grande BH
Foto: Jon Hicks/ Getty Images

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A cerveja está mais cara em Belo Horizonte em 2026, segundo pesquisa do site Mercado Mineiro, e o impacto já pesa no bolso de quem frequenta bares da capital. De acordo com o levantamento, feito entre os dias 12 e 15 de janeiro de 2026 em 73 bares da Região Metropolitana de Belo Horizonte, o aumento no preço da cerveja pode chegar a 13,71%, dependendo da marca. Ainda segundo a pesquisa, os valores praticados atualmente são mais altos do que os registrados em janeiro de 2025, sem considerar a taxa de serviço de 10%. O Mercado Mineiro aponta que a diferença de preços está relacionada principalmente à localização do bar, à infraestrutura e à tradição de cada estabelecimento.

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Entre as cervejas analisadas, a Heineken (600 ml) teve o menor reajuste no período, com aumento médio de R$ 0,70, o que representa alta de 3,86% em relação a janeiro de 2025. Em contrapartida, a Stella Artois long neck (275 ml) liderou os aumentos, com elevação de R$ 1,46 no preço médio, alcançando variação de 13,71% no comparativo anual. Além disso, a pesquisa mostrou que a mesma cerveja pode custar mais que o dobro dependendo do bar escolhido, o que reforça a importância de comparar preços antes de consumir.

Veja o aumento nos preços médios das cervejas:

Marca Tipo / Volume Preço médio jan/2025 Preço médio jan/2026 Aumento (R$) Variação (%)
Heineken Garrafa 600 ml R$ 18,12 R$ 18,82 R$ 0,70 3,86%
Brahma Garrafa 600 ml R$ 11,81 R$ 12,88 R$ 1,07 9,03%
Budweiser Long neck 343 ml R$ 10,18 R$ 11,23 R$ 1,05 10,31%
Amstel Garrafa 600 ml R$ 13,20 R$ 14,44 R$ 1,24 9,38%
Original Garrafa 600 ml R$ 14,38 R$ 15,69 R$ 1,31 9,12%
Stella Artois Long neck 275 ml R$ 10,66 R$ 12,12 R$ 1,46 13,71%

 

A maior variação entre estabelecimentos foi registrada na Bohemia (600 ml), encontrada por valores que vão de R$ 8,00 a R$ 20,90, uma diferença de 161%. Já a Brahma (600 ml) oscilou entre R$ 9,50 e R$ 17,00, variação de 78,95%, enquanto a Amstel (600 ml) foi vendida de R$ 10,00 a R$ 19,90, chegando a 99% de diferença. Outras marcas também apresentaram disparidades relevantes, como a Brahma Duplo Malte (600 ml), de R$ 10,00 a R$ 19,50 (95%), a Heineken (600 ml), de R$ 15,00 a R$ 22,00 (46,67%), a Original (600 ml), de R$ 12,00 a R$ 22,90 (90,83%), a Skol (600 ml), de R$ 8,50 a R$ 16,00 (88,24%), e a Stella Artois (600 ml), de R$ 12,90 a R$ 24,90 (93,02%).

Além da cerveja, o levantamento identificou variações expressivas em outras bebidas e nas porções. A Stella Artois long neck (275 ml) custou entre R$ 9,20 e R$ 16,00, diferença de 73,91%, enquanto o chopp (300 ml) variou de R$ 7,90 a R$ 16,00, uma alta de 102,53%. A caipirinha chamou atenção ao oscilar de R$ 10,90 a R$ 31,50, variação de 188,99%. Entre os não alcoólicos, o refrigerante em lata foi encontrado de R$ 5,00 a R$ 12,00 (140%) e o suco de laranja, de R$ 6,00 a R$ 20,00 (233,33%). Já nas porções, a batata frita variou de R$ 18,00 a R$ 54,90 (205%), a mandioca frita de R$ 18,90 a R$ 79,00 (317,99%), a carne de sol com mandioca de R$ 55,90 a R$ 128,00 (128,98%) e a porção de picanha de R$ 89,99 a R$ 214,90, variação de 138,80%.