Belo Horizonte, 7 de março de 2026

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Magno Malta tenta entrar na cela de Bolsonaro na Papudinha sem autorização do STF

Senador diz que queria orar, mas PMDF impede entrada e destaca que apenas religiosos autorizados podem acessar a cela
Magno Malta tenta entrar na cela de Bolsonaro na Papudinha sem autorização do STF
Magno Malta tenta entrar na cela de Bolsonaro na Papudinha sem autorização do STF - Foto: Mateus Bonomi/ AGIF/ Folhapress

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O senador Magno Malta (PL-ES) tentou visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Papudinha, no Distrito Federal, no dia 17 de janeiro, mas foi impedido por não ter autorização do STF. Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), o parlamentar queria entrar na área de custódia para conhecer a cela onde Bolsonaro está preso e, além disso, realizar uma oração no local. O episódio foi relatado em ofício enviado ao ministro Alexandre de Moraes nesta quinta-feira (22).

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De acordo com a PMDF, os agentes informaram a Magno Malta que qualquer visita ao ex-presidente depende de autorização expressa do Supremo Tribunal Federal. Ainda assim, o senador questionou se seria possível fazer uma oração dentro da unidade prisional, porém foi avisado de que a assistência religiosa já havia sido definida pelo STF.

Atualmente, a autorização para prestar apoio religioso a Bolsonaro foi concedida apenas ao bispo Robson Rodovalho, da Igreja Sara Nossa Terra, e ao deputado distrital e pastor Thiago Manzoni (PL). Após cerca de 30 minutos de conversa com os policiais, Magno Malta deixou o local de forma voluntária, sem acessar as dependências internas da Papudinha.

Bolsonaro pode receber visitas somente de Michelle Bolsonaro e dos filhos Carlos Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Jair Renan Bolsonaro e Laura Firmo Bolsonaro, além da enteada Leticia Marianna Firmo da Silva. As visitas estão autorizadas às quartas e quintas-feiras, nos horários de 8h às 10h, 11h às 13h ou 14h às 16h.

Ao Estadão, Magno Malta confirmou o episódio, mas afirmou que não tentou entrar na cela nem em áreas internas da Papudinha. Segundo o senador, sua ida ao local teve como único objetivo buscar informações sobre o estado de saúde e o bem-estar do ex-presidente, e sua conduta teria seguido os parâmetros legais.