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A Receita Federal, em parceria com a Polícia Federal, realizou a maior apreensão de cocaína no Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional de Confins, onde foram encontrados 1,3 toneladas da droga. O carregamento, avaliado em R$ 750 milhões, tinha como destino Lisboa, em Portugal, e Madri, na Espanha. Logo no início da operação, os agentes identificaram que a remessa estava escondida dentro de móveis e acompanhada de uma nota fiscal de importação registrada por uma empresa de São Paulo, o que levantou suspeitas imediatas devido ao volume e ao destino internacional.
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A ação foi possível graças ao trabalho de inteligência e Análise de Risco da Receita Federal, que, desde o início, manteve uma troca constante de informações com equipes do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Esse cruzamento de dados permitiu rastrear a carga com mais agilidade e entender a rota planejada, o que facilitou a abordagem antes do embarque para a Europa.
Além disso, equipes especiais de cães de faro (K-9) tiveram participação essencial na detecção da droga, já que os animais conseguiram indicar com precisão os pontos onde o entorpecente estava escondido dentro dos móveis. Com isso, os agentes confirmaram rapidamente a suspeita e iniciaram a retirada do material.
A apreensão representa um dos maiores golpes recentes contra o envio de drogas pelo modal aéreo internacional, especialmente porque envolveu uma estrutura sofisticada de ocultação e exportação. O uso de estratégia integrada entre unidades de diferentes estados foi determinante para impedir que a carga fosse enviada ao exterior.







