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O Paraná confirmou nesta quarta-feira (22/10) mais duas mortes por intoxicação por metanol, elevando para três o total de óbitos no estado e para 14 no país. As vítimas são uma mulher de 41 anos, moradora de Curitiba, e um homem de 43, de Almirante Tamandaré, na região metropolitana da capital. Desde o início de outubro, casos graves têm sido registrados em diferentes cidades, gerando alerta sobre os riscos de bebidas adulteradas.
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A mulher estava internada em estado grave desde o dia 11, após consumir uma bebida contaminada. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, ela apresentava doenças crônicas e outras comorbidades. Já o homem deu entrada em um hospital de Curitiba na segunda-feira (20/10) com sintomas de intoxicação. O exame laboratorial confirmou o diagnóstico na terça-feira (21/10), e ele faleceu no dia seguinte.
O primeiro óbito no Paraná havia sido registrado em Foz do Iguaçu, envolvendo um homem de 55 anos. Desde então, as autoridades reforçaram que o metanol, substância altamente tóxica, é incolor, inodoro e não pode ser detectado pelo sabor ou cheiro. Pequenas quantidades podem levar à cegueira e até à morte, o que torna essencial a atenção ao consumo de bebidas alcoólicas de origem duvidosa.
Até o momento, o Paraná contabiliza 25 notificações de suspeita de intoxicação por metanol. Entre elas, seis casos foram confirmados: quatro em Curitiba, um em Almirante Tamandaré e um em Foz do Iguaçu. Quatro casos seguem sob investigação, 15 foram descartados e dois novos suspeitos foram registrados nesta quarta-feira, um homem de 55 anos internado em Curitiba e outro de 54, em São Miguel do Iguaçu. Ambos permanecem hospitalizados.
A secretaria também informou que o primeiro paciente confirmado no estado, um homem de 60 anos internado desde 1º de outubro, recebeu alta nesta quarta-feira. Com isso, não há mais pessoas internadas com diagnóstico confirmado de intoxicação por metanol no Paraná.







