Belo Horizonte, 7 de março de 2026

A voz de Minas no portal que mais cresce!

Últimas notícias

Empresário lança movimento “Demita quem aplaude a morte” após assassinato de Charlie Kirk

Vídeo de Tallis Gomes viraliza e incentiva empresas a reverem postura de funcionários

Ouça este conteúdo

0:00

O empresário Tallis Gomes ganhou grande repercussão nas redes sociais ao publicar um vídeo em que convoca outros empreendedores e empregadores do Brasil a aderirem ao movimento chamado “Demita quem aplaude a morte”. O movimento surgiu após o assassinato de Charlie Kirk, que gerou intensa comoção internacional e, ao mesmo tempo, levou à circulação de vídeos de pessoas comemorando sua morte nas redes sociais. Como mostramos recentemente no G5 Minas, esse tipo de reação vem gerando debates sobre até que ponto a política tem se sobreposto à humanidade.

No vídeo que viralizou, Tallis afirma: “Clamo a todos os empreendedores e empregadores do Brasil, todos os líderes que lideram pessoas nas companhias. Busquem, investiguem, observem e ajam. Quem celebra a morte não merece sustento. Quem festeja o mal não deve encontrar guarida em nossas empresas.” Segundo ele, o emprego não é apenas um contrato de horas por salário, mas um pacto de confiança, e por isso quem demonstra apoiar a violência não deveria permanecer em nenhuma organização.

Além disso, o empresário argumenta que a responsabilidade dos líderes vai além do lucro. Para ele, é necessário preservar a civilização para as próximas gerações e combater o que chamou de “degradação moral”. Tallis ressalta que o movimento propõe que empresas cortem vínculos com pessoas que celebram a morte, defendendo que “líderes precisam enxergar esse vírus, confrontar quem está podre, delimitar padrões e expulsar quem não entrega caráter e virtude”.

Enquanto muitos apoiam a ideia como uma forma de promover ambientes corporativos mais éticos e seguros, outros questionam se decisões desse tipo podem abrir espaço para perseguições motivadas por divergências políticas. De qualquer forma, o vídeo segue se espalhando e mobilizando milhares de usuários, que agora discutem se empresas devem ou não se posicionar diante desse tipo de comportamento.