Belo Horizonte, 7 de março de 2026

A voz de Minas no portal que mais cresce!

Últimas notícias

Justiça do RS nega pedido de Andressa Urach para reaver R$ 2 milhões doados à Igreja Universal

Influenciadora desabafa após decisão judicial e critica falhas no processo que, segundo ela, ignoraram provas importantes
Justiça do RS nega pedido de Andressa Urach para reaver R$ 2 milhões doados à Igreja Universal
Justiça do RS nega pedido de Andressa Urach para reaver R$ 2 milhões doados à Igreja Universal

Ouça este conteúdo

0:00

A Justiça do Rio Grande do Sul negou o pedido de Andressa Urach para reaver mais de R$ 2 milhões doados à Igreja Universal do Reino de Deus. A decisão foi assinada no dia 11 de agosto pela juíza Karen Bertoncello, da 13ª Vara Cível do Foro Central de Porto Alegre. Segundo a magistrada, não há indícios de que a influenciadora tenha feito as contribuições sob coerção ou em estado de submissão extrema à instituição religiosa. Ainda cabe recurso.

Nas redes sociais, Urach desabafou sobre o caso e criticou a forma como a ação foi conduzida. “Sobre as doações, não teve nenhum documento oficial e isso não foi levado em conta. Eu não fui a única, existem milhares de pessoas enganadas. Isso tem nome: estelionato da fé”, escreveu.

A ex-vice-Miss Bumbum também destacou que, em sua avaliação, o processo teve falhas. Ela citou a troca de juízes e afirmou que testemunhas de defesa não foram devidamente consideradas. “Uma delas relatou exatamente o quanto eu tive de prejuízo. Isso não pode ser desconsiderado”, declarou.

Mesmo após a decisão desfavorável, Andressa Urach disse que pretende seguir com a batalha judicial. “Essa luta não é só minha. Eu consegui me reerguer, mas e as pessoas que perderam tudo? Vou até o fim. Enfrento quem for”, afirmou.

Nos autos, a influenciadora alegou que realizou as doações em um período de fragilidade emocional, agravado por problemas de saúde. Ela disse ainda ter sofrido influência moral e espiritual, chegando a considerar o processo como uma espécie de “lavagem cerebral”. Contudo, a juíza ressaltou que não existem provas de ameaça ou pressão direta, lembrando que a participação de Urach na Igreja Universal durou mais de cinco anos, de forma voluntária e consciente.