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Um policial militar fardado do Paraná foi filmado fazendo sexo no capô da viatura após abordar um casal que mantinha relações em um carro, em meio a um matagal. O caso ganhou repercussão nas redes sociais depois que o vídeo, com quase 15 minutos de duração, foi publicado em um site adulto. As imagens mostram o agente, que faz parte do 8º Batalhão da Polícia Militar de Paranavaí, participando de uma “baguncinha” a convite da mulher e do marido.
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De acordo com o vídeo, o casal estacionou o veículo em um canavial para ter relações sexuais. Pouco depois, o policial abordou os dois, questionando o que acontecia. “Uma baguncinha de casal”, respondeu o homem. Menos de um minuto depois do começo da abordagem, o policial dá uma investida no casal. “Sua esposa ela? Linda, hein?”, disse o agente. Em seguida, a esposa afirma: “Você também é lindo. O que você acha? A gente gosta de uma baguncinha. O corninho não liga, não”. Minutos depois, o PM tirou a mulher do carro e iniciou a relação sexual com ela, apoiados no capô da viatura.
O marido pediu para registrar toda a cena, e o policial aceitou. Durante o ato, o militar permaneceu armado, com a pistola no coldre, e chegou a deixar a lanterna cair no chão, recolhendo o objeto apenas ao final. A gravação foi postada pela própria mulher, que afirmou que todos os envolvidos consentiram com a divulgação.
A Polícia Militar do Paraná confirmou que o agente está sendo investigado. O nome dele, assim como a identidade do casal, não foi divulgado. Segundo a corporação, a Corregedoria-Geral abriu um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar os fatos, com apoio do núcleo de Maringá. Em nota, a PMPR declarou: “A instituição não compactua com condutas que afrontam os valores, princípios e normas que regem a corporação, nem com atitudes que possam comprometer sua imagem perante a sociedade paranaense.”
De acordo com o artigo 233 do Código Penal, a prática de sexo em local público ou aberto ao público é crime de ato obsceno, com pena de três meses a um ano de detenção ou multa. A lei considera que a vítima é a coletividade, já que a exposição fere o sentimento de pudor público.







