Ouça este conteúdo
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, após ser diagnosticado com broncopneumonia na manhã desta sexta-feira (13/03). Segundo o boletim médico divulgado pela instituição, Bolsonaro apresentou febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios, motivo pelo qual foi encaminhado à unidade hospitalar para avaliação e tratamento. A equipe médica confirmou que os exames laboratoriais e de imagem apontaram broncopneumonia bacteriana bilateral, de provável origem aspirativa.
De acordo com o comunicado do hospital, o ex-presidente está em tratamento intensivo com antibióticos administrados por via venosa e recebe suporte clínico não invasivo na UTI. O boletim médico afirma que, neste momento, o paciente permanece sob monitoramento constante da equipe de saúde. O documento é assinado pelos médicos Brasil Caiado, cardiologista; Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Júnior, coordenador da UTI geral; e Allisson B. Barcelos Borges, diretor-geral do hospital.
Bolsonaro foi levado ao hospital depois de passar mal enquanto cumpria pena no Complexo Penitenciário da Papuda, também na capital federal. A transferência ocorreu pela manhã e contou com escolta da Polícia Militar do Distrito Federal. Nas redes sociais, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou o boletim médico e escreveu a mensagem “Em oração”.
Mais cedo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, havia informado que o pai acordou com calafrios e episódios de vômito. “Acabo de receber a notícia de que meu pai está a caminho do hospital, mais uma vez… Informações preliminares de que acordou com calafrios e vomitou bastante. Peço orações para que não seja nada grave”, escreveu o parlamentar.
Desde novembro do ano passado, Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão após condenação por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Enquanto isso, a defesa do ex-presidente tem apresentado pedidos ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que ele passe a cumprir a pena em prisão domiciliar, alegando fragilidade em seu estado de saúde.







