Belo Horizonte, 4 de abril de 2025

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Defesa de Diddy muda versão e alega consensualidade em festas “Freak Off”

Combs altera estratégia, alegando consensualidade nos encontros e desafiando alegações de tráfico sexual
Diddy
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A defesa de Sean “Diddy” Combs, rapper de 55 anos, que está preso desde setembro de 2024, se pronunciou sobre as acusações de envolvimento em festas sexuais forçadas e abusivas. Segundo seus advogados, as festas “Freak Off”, organizadas pelo rapper, eram consensuais e envolviam participantes que, segundo a defesa, estavam cientes do que acontecia. O ponto central da acusação da promotoria é provar que Diddy usou coerção para forçar a participação nessas festas. Para que ele seja condenado, será necessário demonstrar que houve abuso e tráfico sexual.

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A equipe de defesa de Diddy insiste que as mulheres que fizeram as acusações contra ele são ex-namoradas, e afirmam que não há elementos suficientes para configurar tráfico humano ou abuso sexual. Durante entrevistas e documentários, como The Downfall of Diddy: His Defense, os advogados de Diddy, Joe Tacopina, Mark Geragos e Jose Baez, reforçam que será difícil para a promotoria convencer o júri de que as festas foram forçadas. O documentário, disponível no Tubi nos Estados Unidos, Canadá e México, ainda não está acessível no Brasil.

As investigações, que levaram à prisão de Combs, revelaram detalhes perturbadores. Durante buscas em sua residência, a polícia apreendeu cerca de mil frascos de óleo para bebês e lubrificantes pessoais, além de diversas fitas gravadas durante as “freak-offs”. As gravações se tornaram uma parte importante das acusações, com algumas vítimas alegando que Diddy usava esses vídeos para chantageá-las. Uma das mulheres afirmou: “Ele acabou de me ameaçar com as fitas de sexo que ele tem de mim em dois telefones. Ele disse que me exporia, e nessas fitas eu estou fortemente drogada.” A defesa, entretanto, contesta essas alegações, dizendo que todas as interações foram consensuais.

A acusação de tráfico humano também está em destaque no caso, com documentos sugerindo que Diddy e sua equipe transportavam profissionais do sexo, homens e mulheres, através de divisas estaduais e até fronteiras internacionais para participar desses encontros.

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