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Moradores do Aglomerado da Serra, a maior favela de Minas Gerais, relataram tremores de terra na noite desta quinta-feira (14/08), afetando casas em diversos pontos da comunidade. Os relatos foram compartilhados principalmente nas redes sociais, e a causa dos tremores ainda é desconhecida. Até a manhã desta sexta-feira (15), os principais serviços de sismologia do Brasil não registraram tremores naturais na capital mineira. O último sismo em Minas Gerais havia ocorrido no início de agosto.
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Diante da incerteza, os moradores especulam sobre o motivo dos tremores, e a mineração na Serra do Curral foi o palpite mais frequente. Uma página no Instagram dedicada à comunidade descreveu os impactos sentidos. “Muita gente relatou que sentiu o chão balançar. Casas tremendo, copo vibrando, paredes rangendo. Aqui no Cafezal, não foi diferente, parecia que a terra respirou fundo e soltou um suspiro pesado”, publicou a página Aglomerado da Serra reserva.
Os relatos não se limitaram ao bairro Cafezal. Moradores da Favelinha e da rua Melodia também relataram tremores. “Sentimos aqui em casa também, até achamos que foi a caixa d’água da casa da minha mãe porque o cano treme quando ele enche por completo, mas tremeu bastante mesmo, como se fosse criança correndo no andar de cima da casa. Ficamos assustados”, contou uma internauta. Outros moradores mencionaram: “as luzes até piscaram”, “minha janela tremeu”, “a escada tremeu” e “minha porta de vidro vibrando”. O tremor foi sentido por volta das 20h30.
A Prefeitura de Belo Horizonte informou que não recebeu acionamentos pelos canais da Urbel ou da Defesa Civil. O Corpo de Bombeiros também não registrou chamados relacionados ao episódio.







