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A Prefeitura de Belo Horizonte solicitou uma prorrogação de 30 dias para finalizar a investigação sobre as mortes da leoa Pretória e da chimpanzé Kelly no Zoológico de BH. O pedido, feito pela Fundação de Parques e Zoobotânica, ocorre porque os laudos técnicos e as necropsias ainda não ficaram prontos, o que impede a conclusão imediata do processo. Como essas análises são essenciais para esclarecer as causas das mortes, a comissão decidiu que será necessário ampliar o prazo para que tudo seja avaliado corretamente, garantindo transparência e precisão nas informações.
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A comissão responsável foi criada em novembro, logo após a morte de Kelly em 12 de novembro, um dia depois da morte da leoa Pretória. Desde então, o grupo trabalha para entender se houve falhas de manejo, problemas na infraestrutura do zoológico, questões relacionadas aos cuidados veterinários ou até responsabilidades administrativas. Embora a apuração esteja avançando, a ausência dos documentos finais ainda compromete qualquer definição oficial, o que reforça a necessidade de mais tempo.
De acordo com a Fundação de Parques e Zoobotânica, o prazo adicional permitirá reunir todos os exames, relatórios e análises laboratoriais antes de qualquer conclusão. Somente com os laudos completos será possível identificar as causas das mortes e apontar quais medidas deverão ser adotadas, garantindo que o resultado da investigação seja embasado em informações técnicas e confiáveis.
O grupo responsável pela apuração é formado por seis servidores das áreas jurídica, de gestão e medicina veterinária. A organização dos trabalhos fica a cargo do presidente da comissão, enquanto os demais membros atuam sem hierarquia interna, contribuindo igualmente para o avanço da investigação.







