Belo Horizonte, 7 de março de 2026

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Motta afirma que proposta que fim da jornada 6×1 pode ser votada em maio

Presidente da Câmara diz que texto avança com análise de impactos e diálogo entre os setores envolvidos
Motta afirma que proposta que fim da jornada 6x1 pode ser votada em maio
Motta afirma que proposta que fim da jornada 6x1 pode ser votada em maio - Foto: Marina Ramos/ Câmara dos Deputados

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a proposta que prevê o fim da jornada de trabalho 6×1 pode ser votada no Plenário já no mês de maio. Segundo ele, a Proposta de Emenda à Constituição vem sendo construída com cautela, enquanto os impactos econômicos e sociais são analisados, e há viabilidade para aprovação. O tema, que discute a redução da jornada de trabalho no Brasil, já está no centro do debate legislativo.

A declaração foi dada em entrevista ao site Metrópoles nesta quinta-feira (26/02). Na ocasião, Motta destacou que o encaminhamento da matéria para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, posteriormente, para uma comissão especial, não tem relação com disputa de protagonismo político. De acordo com o presidente, o objetivo é garantir que o debate siga o rito correto dentro da Câmara.

“Não é briga por protagonismo, mas, sim, buscar o canal legislativo correto, dando vez e voz a todos os impactados e, a partir daí, avançar numa pauta que atenda à larga maioria da população brasileira”, afirmou Motta durante a entrevista.

Além disso, o presidente da Câmara reforçou a importância de um diálogo amplo com trabalhadores, empregadores e demais setores envolvidos. Para ele, a discussão precisa ocorrer sem atropelos e sem viés ideológico, levando em conta os efeitos práticos da mudança, mas reconhecendo que a proposta está alinhada às transformações nas relações de trabalho.

“Penso que é justo um tempo de qualidade para a família, para a saúde, momento de lazer, e essa PEC traz essa discussão”, disse. A CCJ deve analisar a admissibilidade de duas propostas que tramitam juntas: a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), e a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), conforme informações da Agência Câmara de Notícias.