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Renê Júnior, marido de uma delegada da Polícia Civil de Minas Gerais, confessou ter matado o gari Laudemir Fernandes em Belo Horizonte. A confirmação foi feita pela própria corporação nesta terça-feira (19/08). Segundo a polícia, a confissão ocorreu durante um novo interrogatório realizado nessa segunda-feira (18), na sede do Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
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De acordo com a nota oficial, Renê Júnior alegou que o disparo aconteceu após uma discussão de trânsito. Ele ainda afirmou que sua esposa, servidora da Polícia Civil, não sabia que ele havia pego a arma dela. “Na oportunidade, o suspeito alegou que efetuou o disparo em razão de uma discussão de trânsito e que a sua esposa, servidora da PCMG, não tinha conhecimento que ele havia se apoderado da arma particular da delegada, uma pistola, calibre .380”, diz o comunicado da corporação.
O crime aconteceu no dia 11 de agosto, na rua Modestina de Souza, no bairro Vista Alegre, região Oeste da capital mineira. Testemunhas relataram que o caminhão de coleta de lixo estava parado durante o trabalho, quando o investigado exigiu passagem para seguir com seu veículo, um BYD cinza.
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Ainda conforme os relatos, Renê Júnior desceu do carro armado e chegou a ameaçar a motorista do caminhão. Os garis tentaram intervir para acalmar a situação, mas ele disparou contra os trabalhadores. O tiro atingiu Laudemir Fernandes, que não resistiu. Em seguida, o autor entrou novamente no carro e fugiu sem prestar socorro.







