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O investigador paranormal Dan Rivera, conhecido por seu trabalho com objetos amaldiçoados, foi encontrado morto ao lado da boneca Annabelle, no último domingo (13), em um hotel na cidade de Gettysburg, na Pensilvânia. Rivera, que fazia parte da turnê Devils on the Run, havia retirado a boneca original da caixa de vidro onde estava selada desde os anos 1970, momento registrado em vídeo e que gerou grande repercussão nas redes sociais. Dan Rivera estava no estado seguindo a agenda de apresentações que já estava com ingressos esgotados. A causa da morte foi apontada como parada cardiorrespiratória, mas o contexto em que tudo aconteceu reacendeu o temor em torno da chamada “maldição da Annabelle”.

Dan Rivera era discípulo direto de Lorraine Warren e investigador-chefe da NESPR (New England Society for Psychic Research), instituição criada pelos famosos demonologistas Ed e Lorraine Warren. A boneca, que inspirou a franquia Invocação do Mal, foi considerada pelo casal como um dos objetos mais perigosos do museu oculto em Monroe, Connecticut. A recomendação dos Warren sempre foi clara: Annabelle jamais deveria ser retirada da caixa abençoada e selada com orações e símbolos religiosos. Apesar dos alertas, a equipe da turnê decidiu levar o artefato a várias cidades dos Estados Unidos, provocando medo e fascínio em milhares de pessoas.
O episódio da morte de Rivera alimentou a imaginação dos internautas, que passaram a ironizar o poder da boneca com comentários nas redes. “Deem de presente essa boneca pro Trump pelo amor de Deus”, comentou um usuário. Outro foi além: “A Annabelle precisa ter um encontro com algumas pessoas: Donald Trump, Jair Bolsonaro, Júlio Casares, Carlos Belmonte”, escreveu um usuário no X (antigo Twitter). “Annabelle, eu tenho uma lista de pessoas para você visitar.”, comentou outro internauta.
Apesar de parecer roteiro de filme de terror, o caso reforça a aura misteriosa que cerca Annabelle há décadas. Mesmo com ceticismo por parte de muitos, a boneca segue envolvida em eventos estranhos e tragédias inexplicáveis. Agora, resta uma pergunta que ecoa nas redes: quem vai ter coragem de colocá-la de volta na caixa?







