Belo Horizonte, 7 de março de 2026

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Flávio visita Bolsonaro na prisão e diz que pai fica 22 horas trancado

Senador afirma que ex-presidente fica isolado em um quarto de 12 metros quadrados e acesso restrito a visitas
Foto: Sergio Lima/AFP

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) visitou nesta terça-feira (16/12) o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília e cumpre pena por tentativa de golpe de Estado. Logo após o encontro, Flávio afirmou que encontrou o pai “bem, sem soluços e até mais animado”, apesar das condições da detenção, tema que voltou a destacar em entrevistas recentes.

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Ainda conforme o senador, Jair Bolsonaro permanece detido “22 horas por dia trancado na chave” em um quarto de cerca de 12 metros quadrados na sede da PF. Segundo Flávio, o ex-presidente tem direito a apenas duas horas diárias fora do quarto, em um espaço limitado e sem contato com área verde. “É cimento, parede branca, não tem uma flor para ele olhar, não tem uma planta para ele conversar se ele quisesse”, afirmou.

Além disso, Flávio Bolsonaro criticou as restrições de contato familiar e informou que dispõe de apenas 30 minutos por semana para falar com o pai. A declaração foi feita durante entrevista ao Programa do Ratinho, no SBT, exibida na segunda-feira (15), quando o parlamentar detalhou a rotina de Jair Bolsonaro dentro da Superintendência da Polícia Federal.

Mesmo dizendo que encontrou o ex-presidente em bom estado emocional, o senador reforçou o pedido da defesa para a realização urgente de uma cirurgia para correção de hérnias nas pernas de Bolsonaro. O tema da saúde, segundo Flávio, segue sendo uma preocupação constante da família diante do período de prisão.

Durante a entrevista, o senador também voltou a defender a inocência do ex-presidente e classificou a prisão como uma injustiça. “Estou sempre pedindo a Deus que cuide da saúde dele, da cabeça dele, porque eu tenho certeza que o projeto de Deus para ele, para essa nação, é muito grande”, disse, ao afirmar que Bolsonaro ainda teria um papel relevante a cumprir no país.