Belo Horizonte, 7 de março de 2026

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Eduardo Bueno causa polêmica ao ironizar morte de Charlie Kirk e sofre cancelamentos

Após vídeo polêmico sobre Charlie Kirk, Eduardo Bueno enfrenta cancelamentos de eventos e afirma estar sendo censurado

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O escritor e jornalista Eduardo Bueno gerou indignação ao ironizar a morte do ativista conservador norte-americano Charlie Kirk em um vídeo divulgado nas redes sociais. Na gravação, que foi posteriormente excluída pelo Instagram, Bueno afirma ser “terrível um ativista ser morto por ideias, exceto quando é Charlie Kirk”. O conteúdo, compartilhado nas redes, rapidamente provocou críticas e repercussão negativa.

No vídeo, Bueno comenta: “Mataram o Charlie Kirk. Ai, coitado, tomou um tiro, não sei se na cara, o Charlie Kirk. Tem duas filhas pequenas, que bom pras filhas dele, né”. As falas foram consideradas de mau gosto por diversos internautas, e muitos destacaram a falta de sensibilidade diante de um crime que mobilizou atenção mundial.

Após a divulgação do conteúdo, o jornalista teve compromissos cancelados e ele se tornou alvo de críticas nas redes sociais. Entre os cancelamentos, estava um evento promovido pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), além do podcast “Nós na História”, do qual participava há três anos. Em nota, os organizadores anunciaram: “Em vista dos últimos acontecimentos, decidimos encerrar o podcast ‘Nós na História’. Muito obrigado a todos que nos acompanharam até aqui”. Também foi cancelada sua participação em uma roda de conversa promovida pela Livraria da Travessa, em Porto Alegre, após usuários questionarem o que chamaram de endosso às declarações de Bueno.

Em resposta à repercussão, Eduardo Bueno voltou às redes sociais para protestar contra o que considerou censura. “Mas onde está a liberdade de expressão tão defendida pela extrema direita? Estou sendo censurado! Espero que os EUA invadam logo o Brasil para me defender!”, escreveu. No vídeo ele reforçou que não apagou o vídeo e disse que errou na forma como ele se posicionou sobre a morte de uma “figura horrorosa e desprezível”.

Charlie Kirk, atingido por disparos durante um evento universitário nos Estados Unidos, tornou-se um símbolo da defesa da liberdade de expressão. Para críticos, as falas de Eduardo Bueno soam como um ataque à memória do ativista, além de desrespeito a familiares, amigos e admiradores. O tom irônico do historiador foi classificado como cínico, irresponsável e desnecessário por internautas.