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O corpo da brasileira Juliana de Souza Pereira Marins, de 26 anos, foi finalmente resgatado nesta quarta-feira (25/06), após cair de um penhasco durante uma trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, Indonésia. A jovem foi localizada ainda com vida dias antes, mas o socorro demorou a chegar. A lentidão na operação gerou forte comoção e críticas nas redes sociais, com muitos apontando descaso das autoridades locais. Para familiares e internautas, a brasileira poderia ter sobrevivido se o resgate tivesse ocorrido com mais agilidade.
Juliana participava de uma trilha de três dias rumo ao cume do vulcão quando, segundo relatos da família, relatou cansaço ao guia e foi orientada a descansar. O grupo seguiu sem ela e, sozinha, a brasileira acabou caindo em um trecho íngreme e de difícil acesso. A queda aconteceu na sexta-feira (20), mas só na segunda-feira (23) o corpo foi localizado com o auxílio de um drone térmico. Mesmo assim, as equipes ainda enfrentaram obstáculos como o mau tempo e o terreno acidentado para conseguir alcançá-la.
As buscas foram intensificadas após pressão da família e mobilização nas redes sociais. Autoridades da Indonésia e do Brasil se envolveram na tentativa de resgate. Apesar do esforço final das equipes, a demora foi decisiva. O corpo foi finalmente retirado do penhasco nesta quarta-feira (25) por uma equipe conjunta da SAR (Search and Rescue), como confirmou a polícia local. “Felizmente, graças a Deus, a equipe conjunta da SAR finalmente conseguiu resgatar Juliana de Souza Pereira Marins”, publicou o perfil oficial do órgão. O corpo será encaminhado ao Hospital Bhayangkara Polda NTB para os procedimentos necessários.
“Esta missão é uma prova da sinergia e dureza da equipa SAR indonésia. Obrigado à comunidade pelas orações e apoio. Que este evento seja um lembrete da importância da vigilância para desfrutar da natureza”, informou a nota oficial.







