Belo Horizonte, 7 de março de 2026

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Corpo de Juliana Marins é levado a Bali para autópsia após resgate no Monte Rinjani

Família quer saber o horário exato da morte; vice-governadora confirma nova etapa da investigação na capital de Bali
Corpo de Juliana Marins é levado a Bali para autópsia
Corpo de Juliana Marins é levado a Bali para autópsia

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O corpo da publicitária brasileira Juliana Marins, de 26 anos, foi transferido nesta quinta-feira (26/06) para Denpasar, capital da província de Bali, na Indonésia, onde passará por autópsia. A informação foi confirmada por Indah Dhamayanti Putri, vice-governadora da província de Nusa Tenggara Ocidental, onde a jovem foi encontrada morta após cair de um penhasco no Monte Rinjani. A mudança de local se deu, segundo ela, pela ausência do médico legista no hospital Bhayangkara Mataram, que estava deslocado para outra localidade.

De acordo com a agência de notícias estatal Antara, o corpo de Juliana será levado de ambulância e a autópsia acontecerá no hospital mais próximo disponível, localizado em Bali. A transferência ocorre por decisão das autoridades locais, após avaliarem a logística mais viável para garantir a análise necessária. A vice-governadora informou ainda que a família da brasileira solicitou detalhes sobre o horário exato da morte, informação que pode ser determinada durante o procedimento.

Questionada sobre os custos da autópsia e do transporte do corpo, a representante política da província afirmou que os gastos estão sob responsabilidade do governo local. No entanto, ainda não há previsão para a divulgação do resultado da autópsia, que será essencial para esclarecer as circunstâncias da morte da jovem turista brasileira.

O corpo de Juliana foi resgatado na quarta-feira (25/06) por equipes de busca. Segundo relatos da família, o trabalho de içamento terminou às 14h45 no horário local — já madrugada no Brasil. A brasileira havia sido localizada com vida dias antes, mas a complexidade do resgate e as dificuldades enfrentadas pelas equipes geraram críticas nas redes sociais e levantaram dúvidas sobre o tempo de resposta das autoridades.