Ouça este conteúdo
A Casa Branca negou nesta quinta-feira (24/07) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha sido informado de que seu nome aparece diversas vezes nos documentos do processo envolvendo Jeffrey Epstein, empresário acusado de tráfico sexual de menores. A negativa foi feita pelo diretor do gabinete de imprensa da Casa Branca, Steven Cheung, após reportagens do The Wall Street Journal, CNN e The New York Times indicarem que Trump teria sido avisado oficialmente sobre a citação de seu nome nos autos em maio deste ano.
De acordo com essas reportagens, a procuradora-geral Pam Bondi e o advogado Todd Blanche teriam mencionado a Trump, durante uma reunião de rotina, que ele constava “em múltiplas ocasiões” entre os documentos ligados ao caso Epstein, que morreu na prisão em 2019 em circunstâncias ainda cercadas de dúvidas. No entanto, a Casa Branca rebateu a narrativa com firmeza e classificou as alegações como infundadas e politicamente motivadas.
O diretor de comunicação da Casa Branca, Steven Cheung, afirmou aos três veículos que “esta é mais uma história falsa, tal como a anterior publicada pelo The Wall Street Journal”, mencionando ainda uma carta de conteúdo considerado “obsceno” que teria sido enviada por Trump a Epstein, durante o período em que mantinham amizade. O presidente nega a autenticidade da carta e já acionou judicialmente o jornal.

Cheung também afirmou à CNN que “isto não passa da continuação de histórias falsas inventadas pelos democratas e pelos meios de comunicação liberais”, associando as acusações a movimentos anteriores como o chamado “Obama-Russiagate”, em que Trump alega ter sido alvo de perseguição política durante as eleições passadas.







