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Yago Gabriel Lemos da Silva, de 22 anos, foi vítima de um assassinato brutal no bairro Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro. O jovem foi retirado à força de um carro de aplicativo, baleado e teve seu corpo queimado pelos criminosos. Sua esposa e filho de dois anos estavam em veículo no momento do crime, mas não foram atingidos. A criança presenciou toda a cena.
Segundo informações da polícia, Yago foi alvejado assim que foi retirado do carro. O crime foi registrado pela câmera do veículo de transporte, e as autoridades estão analisando as imagens. Após ser baleado, ele foi levado para outro local pelos criminosos e teve o corpo carbonizado.
O assassinato ocorreu poucos dias depois que Yago registrou um boletim de ocorrência, no qual se defendeu de acusações relacionadas a outro homicídio ocorrido em 27 de outubro na mesma região. Ele havia sido apontado em uma rede social como um dos autores do crime.
A postagem mencionou o assassinato de João Pedro Gomes da Silva, morto a tiros enquanto estava em um bar na avenida Gilka Machado. Dois homens em uma motocicleta se aproximaram e dispararam diversas vezes, matando João Pedro no local. Após o crime, uma publicação no Twitter indicou que os supostos assassinos estavam se escondendo em comunidades locais e sugeriu que poderiam planejar novos crimes.
Yago, que teve seu nome exposto na publicação, apresentou à polícia e registrou um boletim de ocorrência, afirmando não ter envolvimento com o homicídio. Ele fez o registro como uma medida preventiva, sem desejar representar criminalmente contra quem o havia acusado.
A Polícia Civil segue investigando ambos os homicídios, mas ainda não tem uma linha de investigação definida.